04 fevereiro 2017

A Vida Estoica

A filosofia estoica é a primeira da história a considerar-se “sistemática”. A palavra sistema designava em grego a constituição de um organismo ou de uma cidade e foram os estoicos que a aplicaram pela primeira vez à filosofia, querendo significar que a sabedoria é um todo. Sua divisão em partes somente era possível fazer didaticamente, segundo as necessidades do ensino, mas com a condição de compreender que cada parte é solidária às outras e que o abandono de uma só delas provoca a ruína do conjunto.







Para o estoico, é preciso estar em consonância com a natureza para atingir a sabedoria. Assim, faz-se necessário entender que o único bem que existe é a retidão da vontade e o único mal, o vício. O que não é nem virtude nem vício é indiferente. Assim, a doença, a morte, a pobreza, a escravidão, por exemplo, não são males, são indiferentes porque o sábio é, por definição, feliz, mesmo no sofrimento. O mau é sempre infeliz, uma vez que aflige a si próprio, pelo seu vício. A experiência estoica consiste na tomada de consciência da situação trágica do homem condicionado pelo destino. Assim, não estamos absolutamente entregues e sem defesa aos acidentes da vida, aos revezes da fortuna, nem à doença e à morte, mas temos, e nada nos pode tirar isso, a vontade de fazer o bem, a vontade de agir de acordo com a razão.


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25 setembro 2016

Meu Amigo Nietzsche de Fauston da Silva - obra PAS UNB


O curta-metragem brasileiro Meu Amigo Nietzsche mostra uma maneira sarcástica e irresistivelmente divertida de abordar o analfabetismo funcional e a síndrome crônica que abate a educação no Brasil. Crítico às instituições formadoras e conservadoras da sociedade brasileira – a escola, a família e a igreja -, o filme de Fáuston da Silva conta a guinada do menino Lucas, que encontra um exemplar de Assim Falou Zaratustra, do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, no lixão e começa a lê-lo.

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22 setembro 2016

18 setembro 2016

Antígone - Sófocles




Édipo tornou-se rei de Tebas após matar seu pai, que não conhecia, e casar-se com sua própria mãe. Antígona é filha desse incesto e fruto de um ultraje lançado por Édipo ao Destino. Para o filósofo Sófocles, essa história passa a envolver não só o rei, como seus descendentes. Antígona é levada a enfrentar por conta própria o tirano Creonte, e as consequências de sua coragem são derradeiras. É o enlace entre dignidade e medo, coragem e desonra. "A vida é curta e um erro traz um erro. Desafiado o destino, depois tudo é destino", diz o coro.
Antígona é uma peça que fala sobre o dever que o ser humano tem para com Deus que é anterior àquele que tem para com o Estado. A personagem principal, Antígona, quer enterrar de maneira digna e de acordo com a religião o seu irmão Polinice; porém, essa atitude contraria às ordens do rei Creonte, o qual havia determinado que o corpo de Polinice deveria ser exposto às aves do céu e aos cães na terra. Antígona fica sabendo da determinação de Creonte e grita: “Ele não tem o direito de me coagir a abandonar os meus!” Com esse grito, ela resolve ir contra as ordens do rei de Tebas.












CLIQUE AQUI PARA VER A OBRA!!!!

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17 setembro 2016

OBRAS DO PAS UNB 2016 FILOSOFIA













PAS – FILOSOFIA 


1º ANO 


1.       O Príncipe, de Maquiavel; CLIQUE AQUI!!!

2.       A Apologia de Sócrates, de Platão - CLIQUE AQUI!!!


2º ANO

1. O que é o esclarecimento, de Immanuel Kant; -  CLIQUE AQUI!!!!
2. O discurso do método, de René Descartes; CLIQUE AQUI!!!!


3º ANO 


Crepúsculo dos Ídolos (partes I a VI) – Frederich Nietzsche 
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